sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Atividade 2
A partir das discussões realizadas em aula, concluímos que o que há de bom na socialização do jornalismo participativo é a possibilidade de se apurar notícias através de fontes diversas, e através da diversidade de material disponível sobre o mesmo assunto chegar a melhor conclusão que convenha. O material é irrestrito, podemos ter acesso em diferentes aspectos de uma mesma matéria ou notícia.
Ninguém mais pode ser condicionado a um só ponto de vista, e nem dizer que não existem outras fontes, que a mídia é direcionada. Ela pode até ser em certos aspectos, em certos veículos e etc, mas isso não quer necessariamente dizer que é a única fonte de informação, não mais hoje em dia.
A liberdade de criação é uma conquista, conseqüência da cada vez mais crescente comunicação mundial integrada. Para um jornalista, comunicador, comunicólogo, escrever sem amarras é uma realidade, e regredir não é uma possibilidade.
O benefício não é restrito ao mundo jornalístico, pelo contrário, beneficia o mundo, ou seja, a população mundial que é o objeto de qualquer linha escrita por qualquer jornalista. E mais, qualquer um pode escrever algo e torná-lo público. Mas isso só é permitido na web, onde a informação circula com uma facilidade gigantesca e incontrolável.
Nayara Marques
Isabelle Mani
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Comunique-se – o portal da comunicação
Site avaliado: Comunique-se
Avalie a usabilidade de um site jornalístico quanto aos quesitos abaixo e justifique as respostas:
- Clareza na comunicação: O site demonstra ter uma percepção correta de quem é o seu público?
A linguagem é adequada ao tipo de leitor que ele procura?
O site demonstra ter percepção exata de seu público: pessoas da comunicação, preferencialmente dirigido aos jornalistas.
Apesar de ser um site que divulga notícias destinadas ao público geral, apresenta um conteúdo (incluindo links) voltado apenas para estudantes e/ou pessoas da Comunicação. Exemplos: oportunidades de emprego, links para sindicatos, cursos na área, eventos e coletivas a respeito do assunto.
A linguagem é adequada ao seu leitor – é formal, com conteúdo jornalístico em forma de matérias informativas.
- Acessibilidade: O tempo de carregamento das páginas é um obstáculo para a navegação? É fácil descobrir o canal de comunicação com o autor dos textos, ou administrador do site?
Não, as páginas são carregadas facilmente, em novas janelas, facilitando o usuário. O canal de comunicação com o autor dos textos e/ou administrador do site é bom, porque as matérias são assinadas, bem como os respectivos comentários. Quanto ao blog do Comunique-se, o mesmo tem fácil acesso entre o repórter e o leitor, de forma que este reconhece facilmente seu autor.
- Consistência: As páginas têm elementos gráficos que dão unidade ao site? Existem recursos que prejudicam a funcionalidade das páginas?
Sim, o site contém fotos, parte de busca, colunas dos profissionais da área etc e todos são de fácil identificação, e não prejudica sua funcionalidade. O grupo acredita, porém, que devido ao grande número de informações, o visual do Comunique-se se torna um pouco poluído visualmente, o que pode desagradar e até mesmo atrapalhar seu leitor.
- Apresentação visual: O site é faz bom uso da cor? Há algum tipo de exagero no layout que possa ser corrigido?A apresentação visual do Comunique-se é ótima, uma vez que a leitura é feita com facilidade, devido ao fundo branco do site. Apesar de ser ‘poluído visualmente’, achamos que não há o que ser corrigido no layout, devido ao grande número de informações necessárias presentes no site.
- Mudanças: O que poderia ser feito para melhorar visualmente, ou deixar mais funcional, o site em questão?
Apesar de acreditarmos que o Comunique-se tem seu conteúdo bem organizado na página, sua distribuição no layout poderia ter algumas melhoras. Um bom exemplo é quanto a sua funcionalidade. O site contém uma parte destinada à interatividade com o leitor que está localizado no fim da página. Achamos que poderia estar no começo do layout por ser uma parte importante do site, já que o usuário pode enviar notícias, ver vídeos ou ouvir reportagens. Por serem muito interessantes e pouco encontrados em sites de comunicação, seria melhor se estivessem disponibilizados no início da página.
Ana Paula Borges, Luiza Lemos, Nayara Marques.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
A descentralização digital
Em termos de divisão digital, os que estão incluídos ou excluídos no uso da internet, o Brasil ainda está atrás na "corrida". Os números expressam isso, somente 17% da população brasileira tem acesso à internet, um número baixo comparado à países desenvolvidos, como os Estados Unidos, onde a porcentagem de inclusão digital chega a 70%. Mas em um país em que a população não está econômica e socialmente estabilizada, os recursos básicos para sobrevivência como saúde, educação e habitação são escassos havendo uma parcela de analfabetos e analfabetos funcionais relevante.
O Brasil se encontra em uma situação que não se sabe em qual setor se investir. Para o governo poder investir na inclusão digital, os fatores socio-econômicos precisam ser resolvidos primeiramente e fatores como rentabilidade, idade, repertório cultural, localização e desinteresse, implicam na exclusão digital. Isso ocorre em países já considerados desenvolvidos, em que a carência de recursos básicos já não existe, a economia se encontra estabilizada e não mais preocupante. Estes países dão prioridade para a inclusão, para a informatização e por isso que os números de usuários que têm acesso à internet são maiores.
A internet está incluída no nosso modo de vida, e mesmo aqueles que dizem que não necessitam dela para exercer as atividades cotidianas estão enganados, porque inconscientemente precisamos dela para nos informar e interagir com o mundo.
O que acontece no Brasil em termos de inclusão digital é um reflexo da economia do país. Enquanto a sociedade não estiver economicamente desenvolvida, a inclusão será baixa. Por outro lado, atualmente, não há desenvolvimento econômico sem a internet e não é possível um modelo para desenvolvimento em que a tecnologia não faça parte, tanto para divulgação como para crescimento.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
PODCAST
Nome: S.O.S Jornalista
Formato: entrevistas/notícias
Público alvo: estudantes e recém-formados em Jornalismo
Pauta: informações sobre emprego/oportunidade de trabalho, entrevistas com especialistas, relatos sobre fracassos e sucessos em processos seletivos de empresas e atualização sobre o mercado de trabalho.
Justificativa: Grande número de Jornalistas que se encontram sem atuar na área e pela pouca atenção que se dá sobre o assunto.
Nome dos alunos: Nayara Marques, Marcel Pordeus Reis, Allan Ferreira e Ismael Silva.
O link para o blog do grupo é:
http://sosjor.blogspot.com
domingo, 15 de abril de 2007
A evolução da tecnologia com a cibercultura
A comunicação social em seu meio, é um campo que cresceu e desenvolveu rapidamente com a chegada da informática, em meados dos anos 70. Tudo começou com o movimento contracultura nos anos 60. Baseada em um meio social, as idéias para a informatização surgiram muito antes da micro-informática, com o intuito de renovação de uma cultura já existente. A chegada do computador teve um papel que se transformou de cálculos à interatividade entre as pessoas ( a cibercultura).
Com esta nova tecnologia, a sociedade se modificou em aspectos sociais, culturais e inter-pessoais. O mundo em que vivemos tornou-se um ciberespaço onde uma forma de comunicação se faz através da união dos indivíduos virtualmente e não mais geograficamente.
A cibercultura tomou conta do nosso dia-a-dia e a informatização que se encontra em tudo que vemos, compramos e usamos, mobilizou o social. Podemos generalizar e está bem claro a inovação na forma de comunicação e da rapidez que a informação é transmitida.
Agora, aquelas idéias da década de 70 concretizaram-se com a evolução do ciberespaço. A revolução intermitente da informática faz com que a sociedade atual tenha acesso fácil e rápido à tecnologia e acrescente isso ao modo de vida.
Criou-se uma comunidade virtual e como o próprio nome diz, não faz parte da objetividade do homem e do real. A informática apresenta dois lados, positivo e negativo. Do mesmo modo que transmite conhecimento, ela cega, porque não há limite para o conteúdo e a forma como este é transmitido.